10 de novembro de 2012



Desejo que seja amado

E que se não for,

seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.

 
Desejo pois,

que não seja assim,

mas se for, saiba ser sem desesperar

 
Desejo também que tenha amigos,

que mesmo maus e inconseqüentes,

sejam corajosos e fiéis,

e que em pelo menos um deles

você possa confiar sem duvidar.

 
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigo.

Nem muitos, nem poucos,

mas na medida exata para que,

algumas vezes,

você se interpele a respeito de suas próprias certezas.

 
Desejo depois que você seja útil,

mas não insubstituível.

E que nos maus momentos,

quando não restar mais nada,

essa utilidade seja suficiente

para manter você de pé.

 
Desejo que você sendo jovem,

não amadureça depressa demais,

e que sendo maduro,

não insista em rejuvenescer

e que sendo velho

não se dedique ao desespero.

Por que cada idade

tem o seu prazer e a sua dor,

e é preciso deixar

que eles escorram entre nós.

Desejo que você plante uma semente,

por mais minúscula que seja,

e acompanhe o seu crescimento,

para que você saiba

de quantas muitas vidas é feita uma árvore.

 
Desejo por fim que você sendo um Homem,

tenha uma boa MULHER,

e que sendo Mulher,

tenha um bom HOMEM

e que se amem hoje,

amanhã e no dia seguinte,

e quando estiverem exaustos e sorridentes,

ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

não tenho nada mais a te desejar!!!


Que o Senhor nosso Deus ilumine vossos caminhos!!!


9 de novembro de 2012

Obrigada ...

Obrigada Senhor, por acreditar em mim nos momentos que até eu mesma duvidei da minha capacidade; Obrigada por perdoar todos os meus erros, todas as minhas fraquezas e por nunca ter me deixado; Obrigada pelo céu, pelo sol, pelo ar, pela vida, pelos dons maravilhosos, pois eles nos tornam pessoas diferentes uma das outras. Obrigada pela esperança que renasce todas as manhãs em meu coração.
E, principalmente, obrigada por não abandomar esse mundo que nunca mereceu o seu imenso amor.

By Mendez

8 de novembro de 2012

Medicamentos Genéricos - Bioequivalência e Intercambialidade


Introdução
Atualmente, os medicamentos genéricos constituem um dos mais importantes instrumentos de auxílio ao acesso a medicamentos no Brasil. Absolutamente seguros e eficazes, uma vez que são submetidos a rigorosos testes de qualidade, e consideravelmente mais baratos que os chamados medicamentos inovadores ou de referência, os genéricos trouxeram uma nova realidade para os consumidores no país. Milhares de brasileiros que não tinham como seguir as prescrições médicas, por falta de condições econômicas, encontraram nos genéricos uma alternativa viável para cumprir os tratamentos recomendados pelos médicos. Esse fato pode ser verificado pelo crescimento efetivo desse mercado no país, desde que os genéricos chegaram ao mercado brasileiro em 2000.
Abordaremos todos os detalhes sobre os medicamentos genéricos e as demais categorias de medicamentos existentes no país, além dos testes de equivalência farmacêutica e bioequivalência.
Hoje, no Brasil, são comercializadas três categorias de medicamentos: os medicamentos Inovadores ou Referência, os Genéricos e os Similares. Abaixo veremos as principais características de cada um deles.




Referência / Inovadores: são, geralmente, medicamentos lançados como novidade no combate a algumas doenças, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente.

Originam-se de moléculas desenvolvidas por um determinado laboratório que investiu, durante anos, em pesquisas e testes clínicos em seres humanos.

Possuem uma patente que, no Brasil, dura 20 anos e dá direito de exclusividade ao laboratório que descobriu a nova molécula, a partir do registro da descoberta (depósito da patente).

São medicamentos que, geralmente, encontram-se há bastante tempo no mercado e possuem uma marca comercial conhecida.

Após o vencimento da patente (proteção para comercializar exclusivamente), os medicamentos de referência / inovadores dão origem aos genéricos e também aos similares.

Genéricos: os genéricos são cópias de medicamentos inovadores cujas patentes já expiraram.
No Brasil, a regulamentação deste tipo de medicamento se deu em 1999, com a promulgação da Lei 9787.
Conforme determina a Lei, só podem chegar ao consumidor depois de passarem por testes de: bioequivalência realizados em seres humanos (o que garante que serão absorvidos na mesma concentração e velocidade que os medicamentos de referência) e/ou equivalência farmacêutica (o que garante que o princípio ativo, a concentração e a forma farmacêutica do produto são os mesmos que os do medicamento inovador que lhe deu origem).




Graças a esses testes, os genéricos brasileiros são intercambiáveis, ou seja, atualmente, são os únicos que podem substituir o receituário de medicamentos inovadores. Segundo determina a legislação, a troca pode ser efetuada pelo farmacêutico, com absoluta segurança para o consumidor. Diante disso, se o médico prescrever um medicamento pelo nome do princípio ativo (DCB), somente o medicamento genérico e o inovador podem ser dispensados.

Possuem preços, no mínimo, 35% menores que os medicamentos de marca e, por isso, colaboram para que muitos brasileiros, que não estavam se medicando ou que tinham dificuldade de dar continuidade a tratamentos, encontrem uma alternativa viável e segura para seguir as prescrições médicas corretamente.

Similares: os medicamentos similares, embora também sejam cópias de medicamentos com patentes vencidas, se diferenciam essencialmente dos genéricos. Até o momento, esses medicamentos não são, obrigatoriamente, submetidos aos testes comprovatórios que estão sujeitos os genéricos. Sendo assim, não são intercambiáveis, ou seja, não podem substituir os medicamentos de referência / inovadores indicados nos receituários, podendo ser vendidos apenas sob prescrição médica específica. Vale acrescentar, ainda, que diferentemente dos genéricos, os medicamentos similares são comercializados através de uma marca, de um nome fantasia.
Em 2003, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou através da RDC 134/03 que, até 2014, todos os laboratórios fabricantes de similares apresentem os mesmos testes exigidos para a comercialização dos genéricos.


BIOEQUIVALÊNCIA E EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA

A qualidade dos genéricos é garantida pela legislação brasileira, que exige a realização de testes de comprovação de eficácia e segurança para a concessão de registros desse tipo de medicamento no país. Para chegarem ao mercado, todos os medicamentos genéricos têm que demonstrar ser equivalentes aos medicamentos inovadores correspondentes, não apenas no que se refere às concentrações de princípios ativos nas formulações, mas também à extensão e à velocidade de absorção dos mesmos no organismo humano.
E somente após terem comprovado a equivalência nesses aspectos, demonstrada por meio dos testes de equivalência farmacêutica e/ou de bioequivalência, terão o privilégio da intercambialidade.


EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA

Os testes de equivalência farmacêutica são realizados em laboratórios de equivalência farmacêutica habilitados e certificados pela Anvisa, onde será comprovado que o genérico (teste) possui os mesmos fármacos, na mesma dosagem e forma farmacêutica encontradas no medicamento de referência / inovador, além de cumprir com as mesmas especificações físicas e físico-químicas relativas ao controle de qualidade.

No caso de produtos dispensados de comprovação de bioequivalência, como soluções injetáveis ou medicamentos tópicos, a equivalência farmacêutica é suficiente para garantir a intercambialidade entre os medicamentos genéricos e os de referência / inovadores.

A isenção de bioequivalência para os medicamentos nessas formas farmacêuticas decorre das características desses produtos, que, por serem administrados diretamente na corrente sanguínea ou por não precisarem de absorção sistêmica para sua ação terapêutica, propiciam a total biodisponibilidade de seus princípios ativos.

BIOEQUIVALÊNCIA


Os testes de bioequivalência exigidos para os genéricos são realizados em voluntários sadios e obedecem a três etapas distintas. Esses voluntários são internados em um Centro de Bioequivalência (hospitais ou clínicas habilitados pela Anvisa) e são expostos às mesmas condições (alimentação, atividade física). Vejamos como ocorrem essas etapas:
• Etapa Clínica: é composta de duas fases: na 1ª, metade dos voluntários internados recebe o medicamento genérico (em teste) e a outra metade, o medicamento de referência. Na 2ª, inverte- se a administração recebida na 1ª fase.
É realizada a coleta de amostras de sangue ou urina em tempos determinados para cada fármaco.
• Etapa Analítica: nesta etapa, as amostras de sangue ou urina são processadas e quantificadas para determinação da concentração de fármaco em cada amostra, possibilitando a construção das curvas de concentração plasmática versus tempo para os medicamentos genéricos (teste) e referência.
Os parâmetros utilizados para comparação são: C max, que indica concentração máxima atingida; T max, que indica o tempo que o fármaco levou para atingir a concentração máxima e a área sob a curva de concentração plasmática versus tempo; e ASC, que indica a extensão da absorção.

Etapa Estatística: o objetivo desta etapa é verificar, através de testes estatísticos, se a biodisponibilidade do medicamento genérico é semelhante à do referência, de forma que estes possam ser considerados bioequivalentes. As concentrações plasmáticas obtidas para o medicamento genérico e o de referência são comparadas por meio de métodos estatísticos adequados.
Após a realização das etapas clínica, analítica e estatística, é gerado um relatório de estudo, com aproximadamente 2000 páginas.
Toda a documentação é enviada a ANVISA como parte da solicitação de registro de um novo medicamento genérico.


Referências Bibliográficas:

1 – www.progenericos.org.br - acesso em 13/09/2011.
Elaborado por: Fabiana Calvi Norder - CRF: 34.499 - SP

http://www.medley.com.br/AoFarmaceutico/src/elearning_login.asp?id_modulo=37&pagina=10






DICLOFENACO

Diclofenaco Sódico e Diclofenaco Potássico

Quais São as Diferenças Entre o Diclofenaco Sódico e o Diclofenaco Potássico? Questão muito importante e por isso faremos uma resposta mais detalhada para esclarecer definitivamente este assunto tão comentado e recorrente no Varejo Farmacêutico.

As VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão apontam os AINE, entre eles o diclofenaco, como capaz de diminuir o efeito hipotensor e/ou diurético de medicamentos utilizados na farmacoterapia da hipertensão. Estas interações PODEM ocorrer após um período maior de uso dos AINE o que não inviabiliza a utilização destes medicamentos, desde que ocorra o acompanhamento clínico para observar variações na pressão arterial.

Outros pontos a considerar sobre diclofenaco:

A) As doses do diclofenaco potássico são similares ao sal sódico. Porém, devido às formas farmacêuticas disponíveis, os produtos comercializados podem diferir quanto ao início e duração da ação o que interfere na dose e esquema posológico a serem indicados para cada paciente.  As formulações de liberação imediata contêm diclofenaco potássico e liberam o fármaco para absorção no estômago, enquanto diclofenaco sódico geralmente é formulado em comprimidos com revestimento entérico, o qual resiste à dissolução no meio gástrico, liberando o fármaco no duodeno. A formulação potássica teria a vantagem de proporcionar efeito analgésico mais rápido, apresentando maior eficácia no tratamento de dores agudas pós-operatórias moderadas a intensas, quando comparado à formulação sódico. A latência para pico sérico é de 1 hora para formulação potássica e 2 horas a 3 horas para formulação sódica. Informações sobre distribuição do fármaco nos tecidos são descritas para diclofenaco, independentemente do sal utilizado.

B) Tem sido utilizada dose oral equivalente de diclofenaco na forma ácida (sem íons sódio ou potássio) em preparações dispersíveis para tratamento de curta duração de até 3 meses.

C) Aproximadamente 1mg de diclofenaco potássico (mol: 334,2 ) contém 0,1140mg de potássio, e 1mg de diclofenaco sódico (mol: 318,1) contém 0,0691mg de sódio.

D) É recomendado considerar o conteúdo de sódio do diclofenaco sódico, quando o fármaco for selecionado para pacientes com restrição de ingestão do íon. O diclofenaco sódico não é recomendado para pacientes com doença renal avançada; é recomendada cautela em pacientes insuficientes hepáticos, renais e cardíacos, e em pacientes com retenção de líquidos. Hipertensão tem sido descrita na mesma freqüência para diclofenaco sódico e potássico.

E) Anti-inflamatórios não esteroides devem ser utilizados com cautela em pacientes com retenção de líquidos ou insuficiência cardíaca, pois retenção de líquidos e edema têm sido observadas em alguns pacientes.

Diclofenaco Colestiramina

Quanto a colestiramina, as informações sobre o fármaco são limitadas. É descrito que colestiramina reduz substancialmente a biodisponibilidade do diclofenaco. A colestiramina é uma resina trocadora de ânions. Resinas trocadoras de íons formam complexos com fármacos, cuja liberação do fármaco depende do pH e da concentração eletrolítica no trato gastrintestinal. O revestimento polimérico permite a liberação do fármaco por tempo mais prolongado (12h). SEGUNDO O FABRICANTE, o complexo diclofenaco+ colestiramina, Flotac (R), é empregado por ter ação mais longa, proporcionando um início de ação mais rápida e de longa duração. Contudo, essa informação não foi confirmada no Martindale, DRUGDEX, USP-DI e nenhum artigo específico foi encontrado no MEDLINE ou IDIS.

Farmacêutico é o profissional com o melhor salário nos EUA

Uma pesquisa publicada, pela consultora de recursos humanos americana Career Cast, colocou a classe farmacêutica norte americana como a bem mais paga dentre as melhores para seguir do país em 2010.

Em 2010 a profissão farmacêutica ocupou o 19º lugar de melhor profissão para seguir nos EUA, com uma média salarial de US$ 106 mil anuais. Dentre as 20 melhores profissões para seguir o farmacêutico era quem recebia o melhor salário.
Em 2011 o farmacêutico ganhou uma renumeração média de US$ 109 mil anuais (cerca de US$ 9 mil de salário / mês).
No rank 2011 de melhores empregos a profissão aparece em 36º lugar, perdendo posição para profissões como Juiz, Cirurgião, Médico, Dentista, Engenheiro de Petróleo e ortodontista.

Entre os maiores salários do rank o profissional farmacêutico continua liderando a melhor profissão a seguir. Uma vez que profissão como Juiz, médico e Dentista foram classificadas com mais desvantagens do que a farmacêutica.

O rank leva em consideração a remuneração, ambiente de trabalho, estresse, esforço físico e perspectivas de emprego, com base em dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos e de análises dos próprios pesquisadores.

Veja a tabela de salários das profissões no EUA em 2011
Profissão e Salários nos EUA em 2011
Profissão                    Salário em U$S

Cirurgião                          365,258.00
Médico Clínico Geral       192,065.00
Psiquiatra                         160,242.00
Dentista                            142,144.00
Ortodentista                     121,065.00
Juiz                                  113,439.00
Engenheiro de Petróleo     109,147.00
Farmacêutico                    109,070.00
Oftalmologista                     96,163.00
Engenheiro Aeroespacial     95,130.00
Economista                         87,240.00
Engenheiro Civil                  76,139.00



7 de novembro de 2012

Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...

A vida assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos

Como estas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,

Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos

Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:

Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,

Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança

Das outras vezes perdidas,

Atiro a rosa do sonho

Nas tuas mãos distraídas...